
No mais, revi os últimos episódios das temporadas de GILMORE GIRLS e SMALLVILLE. Não sou um fiel seguidor de nenhuma das duas séries, vejo apenas episódios esporádicos. Gosto do final dado às garotas GILMORE; sensível, bem-amarrado, deixando um gostinho de “quero mais” num happy end que está mais para “a vida continua; bola pra frente”.
SMALLVILLE é um caso a parte; sempre que via a série no SBT (acreditem ou não, vez ou outra eu passo por essa emissora) achava legal e tudo mais, até que recentemente resolvi assistir desde o começo. Não passei do primeiro episódio; achei tudo fake, tudo brega, tudo muito ruim (com exceção da Cloe, uma das melhores coisas da série). Tinha desistido por tempo indeterminado quando me vi em frente da TV para rever o último episódio da 6ª temporada, que havia assistido há alguns meses sem muita atenção.
O fato é que a desatenção foi tanta que passei despercebido para algo que fez a série cair ainda

Para compensar a vergonha alheia que tive da série do "superboy", só mesmo revendo um dos episódios mais tocantes de HOUSE. Não me lembro o nome do episódio ao certo; é um com uma menininha com câncer, faz parte da 2ª temporada. Super-melodramático, com direito a lições morais e a bela canção da Bird York, “In the Deep” (faz parte também da trilha de CRASH – NO LIMITE); enfim, um episódio capaz de levar a mais insensível das criaturas as lágrimas.
Para completar este breve resumo da semana, À ESPERA DE UM MILAGRE, ANACONDA (OK, esse é uma bomba, eu sei!) e DIRIGINDO NO ESCURO na TV a cabo, e hoje em DVD, numa sessão família, PONTE PARA TERABÍTIA, um filme que fala com bastante sensibilidade sobre a infância e sobre o qual pretendo escrever mais adiante.
E que venha a segunda-feira!
por ALVARO ANDRÉ ZEINI CRUZ
Um comentário:
pois eu acho smallville otimo
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