Ontem, no auge do meu entusiasmo por HOUSE, acabei me esquecendo de comentar duas estréias que assisti na Warner e na Sony (ou pelo menos parte delas). Primeiro, vi os últimos 15 minutos de GOSSIP GIRL (Warner), a nova série de Josh Schwartz, que na verdade é bem parecida com THE OC, também de Josh. Tanto que na cena em que Blair conversa com a mãe, juro que vi Julie Cooper dando “conselhos” para a chatonilda da Marissa num dos primeiros episódios de OC. Até mesmo os argumentos das mães eram parecidos (algo do tipo “aproveite enquanto é jovem, bonita, rica e popular”). Talvez acabe me rendendo à série (sou um órfão de THE OC, embora esteja assistindo DAWSON’S CREEK e tenha baixado SKINS), mas a primeira vista, faltam os diálogos bem acabados, os personagens carismáticos e o bom humor que fizeram de THE OC um sucesso. Resumindo, falta Seth a GOSSIP GIRL. E Summer. E Taylor. E Julie. E os Cohen... (*&%$#! Por que THE OC tinha que acabar?).
Mudando da Warner para a Sony, vi o primeiro episódio de... (A série me marcou tanto que esqueci o nome)... Pronto! Lembrei! THE BEST YEARS, a história de uma órfã que vai para a universidade. Uma série bem certinha, bem convencional e bem dispensável, daquelas para se ver como última opção. E a julgar pelo número de episódios (13), deve fazer parte da mid-season americana. Ou seja, provavelmente ficará de fora da minha programação.

por ALVARO ANDRÉ ZEINI CRUZ
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