
Quarta é concorrência desleal! Tem UGLY BETTY na SONY e CHUCK na Warner no mesmo horário. Sorte é que não cheguei à terceira temporada de DESPERATE HOUSEWIVES, série que com certeza merece um post à parte neste blog.
Quinta, como já disse num post anterior, é dia sagrado. As oito tem GOSSIP GIRL, a versão chique e (mais) dramática de uma das minhas favoritas, THE OC. Um intervalo e temos HOUSE na Universal, seguido de HOUSE na Record.
A sexta-feira é desanimada já que não vejo HEROES e aguardo ansioso o lançamento de FRIDAY NIGHT LIGHTS em DVD para acompanhar a série decentemente. Sábado idem (ontem acabei vendo CEMITÉRIO MALDITO as duas da manhã no TELECINE CULT).
Domingo é dia de ver o que não foi visto, CHUCK, no caso, já que divide horário com BETTY. Em meio a tudo isso, a pessoa estuda, come, dorme e tenta levar uma vida normal.
Vamos ao que interessa! Quarta. Ótimo episódio de UGLY BETTY. A transformação de Betty, paralela a de Wilhelmina já vale o episódio. E por falar em Wilhelmina, conhecemos um pouco mais da vilã, numa tentativa estereotipada de humanizá-la através de um novo personagem que aparece no episódio (e lembrem-se; em UGLY BETTY, quanto mais caricato e estereotipado, melhor!). Mas o que mais me desperta interesse é a vilã-mor, aquela versão feminina do cruzamento de Darth Vader com Darth Sidious, dá qual só conhecemos a voz (ela sempre aparece como uma sombra, num cenário meio sinistro).
Quinta. GOSSIP GIRL. O constante embate entre Serena e Blair surge como um dos pontos altos dos episódios, ao lado de Chuck, o vilãozinho arrogante que tem algumas sacadas interessantes. Alias, Blair e Chuck despontam como os melhores personagens de GOSSIP, já que Serena em seus piores momentos nos remete à Marissa “Chata” Cooper, Nate é um verdadeiro paspalho e falta muito para que o simpático Dan se torne um bom Seth Cohen. O episódio teve tudo aquilo que uma boa série teen tem direito, ou seja, barracos, triângulos amorosos, adolescentes problemáticos com pais mais problemáticos ainda. Por fim, a história do irmão de Serena pode ser batida, mas deve render bons frutos ainda para alguns episódios.
(ps: a narração em off da Verônica Mars é ótima).
Ah! A volta do Dr. House! Sem Cameron, sem Foreman, sem Casey, só House, Wilson, Cuddy e o faxineiro do hospital (que se fingindo de médico, obrigado por House, me fez dar boas risadas!). O caso nem foi dos mais interessantes, mas seu desfecho sim foi sensacional. E a disputa de seqüestros entre House e Wilson rendeu os melhores momentos do episódio, ressaltando a veia cômica da série. Dentro de alguns episódios devemos ter os fiéis escudeiros de House de volta, mas, apesar das ausências sentidas, esse primeiro episódio vem para comprovar o que há muito já sabíamos; House por si só já basta.
Fechando a semana, um episódio divertidíssimo de CHUCK, o que me leva a crer que a veia cômica que Josh Schwartz tinha em THE OC (principalmente na temporada final), e que não está presente em GOSSIP GIRL, está toda na série. CHUCK tem um elenco afinado, Zachary Levi está excelente no papel de protagonista, as cenas de ação são bem feitas e o humor pastelão mistura-se bem ao clima de investigação da série. Por ser uma diversão despretensiosa acaba tornando-se ainda melhor, justamente por não se levar a sério.
E assim, foi-se a semana, passou-se o domingo e eu perdi não só o programa TENTAÇÃO como a final da DANÇA NO GELO. Um baque muito forte do qual tentarei me recuperar (tom irônico)... Até.
por ALVARO ANDRÉ ZEINI CRUZ